Na Fortaleza, não pudemos aproveitar todas as belezas dessa construção histórica, por causa de uma forte chuva e um vento arrebatador.
Antes de descermos, ouvimos a palestra da nossa maravilhosa guia que nos acompanhou em toda a viajem, Carla.
O nosso brilhante professor de história, Carlos Ely também se pronunciou, dando narrativas dos pontos por onde passávamos, possibilitando ainda mais a aprendizagem dos alunos ali presentes.
| Visualização da entrada da Fortaleza. |
Essa grande Fortaleza possui mais de 2 milhões de árvores e 3 mil hectares. Uma vegetação nativa e exótica. É toda revestida por líquens*, uma característica de sua antiguidade.
| Liquen na parede da Fortaleza de Santa Tereza. |
Infelizmente, em virtude de uma greve exercida pelos funcionários e pela forte chuva não visitamos internamente o Forte de São Miguel, mas enquanto o visualizávamos externamente , nossa guia nos deu algumas informações sobre essa construção como seu nome que é espanhol, mesmo sendo uma construção portuguesa e o fato da grande diferença entre ele a Fortaleza de Santa Tereza ser o tamanho.
Tanto o forte quanto a fortaleza participaram de inúmeros confrontos territoriais entre Portugal e Espanha, isso explica a razão pela qual suas construções foram iniciadas por um grupo e terminadas por outro.
*liquens = uma junção de alga com fungo. Os fungos que formam liquens são, em sua grande maioria, ascomicetos (98%), sendo o restante, basidiomicetos. As algas envolvidas nesta associação são as clorofíceas e cianobactérias. Os fungos desta associação recebem o nome de micobionte e a alga, fotobionte, pois é o organismo fotossintetizante da associação.
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