Bem, fomos ao Museu Oceonográfico onde aprendemos muito sobre a fauna do local e descobrimos algumas informações sobre a Antártida.
No museu nós vimos alguns animais como pinguins e um grande leão marinho, pelo que a guia explicou, esses animais são encontrados no mar e levados ao museu , depois são tratados e devolvidos ao seu habitat natural.
Além disso, aprendemos que muitas pesquisas são feitas na Antártida atrás de novas experiências ou até mesmo resposta para o que já existe, esses pesquisadores que se arriscam pela ciência tem diversas dificuldades, uma delas, e a principal é o frio e a duração das viagens que requerem grande quantidade de preparações e alimentos.
Esses pesquisadores muitas vezes tem os ciclos metabólicos e a produção de energia alterados pela mudança de clima, pois se você sai de um lugar com temperatura amena e vai para um lugar frio seu sistema imunológico baixa.
Como já havia falado, há muitos cientistas que vão a Antártida para fazer experiências ou até mesmo descobrir o significado das que já existem.
A Antártida é bastante procurada por quem busca turismo de aventura.
O clima não permite que abrigue moradias permanentes , os cientistas que lá pesquisam se abrigam em bases construidas contra o frio mas eles trabalham em três frentes: num navio e em estações ou acampamentos no continente.
Como a desidratação é comum, toma-se muita água. A comida é pronta, embalada a vácuo, por não haver cozinheiros na estação, o jeito é se virar com enlatados, massas e coisas bem calóricas.
Pesquisadores ficam até 60 dias sem tomar banho, e seu tempo de permanecia na Antártida é de 40 a 60 dias.
A fonte de energia desses pesquisadores é fornecida por dois geradores portáteis - precisa ser economizada para iluminar as barracas e alimentar os equipamentos. E o combustível só deve ser usado nas motos.
O objetivo da estação científica brasileira na Antártida é buscar compreender melhor a ciência e evoluir pensamentos e experimentos.
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